Oneness, de Mariko Mori

MarikoQUÊ??? Calma, calma, eu sei que você não sabe ESPERO QUE NÃO porque senão eu vou me sentir muito triste e noob . Mariko Mori é o nome de uma desing japonesa, super conceituada mundo afora, que utiliza tecnologia e vanguarda nas suas criações. A obra em questão, “Oneness”, estava em exposição pela primeira vez no Brasil, no CCBB de Brasília, mas já rodou o mundo.

Com uma aparência futurista e inovadora, faz parecer que você é um astronauta prestes a embarcar numa missão para proteger a terra do ataque de E.T’s – bom, eu pelo menos me senti assim.

Mariko Mori, menina Cult. Oneness, nome legal. CCBB, lugarzinho agradável. Mas, e dentro da nave, como foi? Confesso que depois de ter ficado quatro horas numa fila em pleno domingo de sol escaldante da capital do meu país, esperava ser, no mínimo, abduzida por E.T’s com a cara do Gerard Butler, ter meu espírito vibrando em alfa maior cintilante e voltar com a convicção de que aquela exposição mudou minha vida. Mas, sempre tem um “mas” pra cortar o barato não achei “lá essas coisas”.

Assim, com toda a brutalidade de uma leiga em artes modernas, digo: “não achei lá essas coisas”. Já assistiram aquele filme “meu primeiro amor”? Lembram que a menina tem um anel que muda de cor conforme o seu humor? Acredita que é exatamente isso que a máquina gigantesca com cara de nave espacial faz? Isso. Apenas isso. Quatro horas para a nave me mostrar bolas vermelhas que indicavam minha raiva… Sabe a parte que o menino, o Macaulay Culkin, é morto por milhares de abelhas ao tentar resgatar o anel do humor da amada? Nenhum anel vale uma vida. Pois bem, saí com a sensação de que a exposição não mereceu quatro horas do meu domingo ensolarado.

Foto: Acervo pessoal.

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Sobre Colérica

Nasci nos anos 80 - sim, sou maior de idade, mesmo que não pareça! Estudante de jornalismo (típico caso onde se prefere seguir um sonho a buscar dinheiro). Alheia a novelas, filmes cult, comidas extravagantes e palavras difíceis. Sou fascinada pelo Egito, viciada em batata frita, minha cor favorita é o amarelo e meu cabelo me odeia. Eu tinha uma gatinha, mas ela morreu envenenada. O que mais há para se falar de uma garota?Ah, quase ia esquecendo: sou irônica. O que eu espero do mundo? Menos Vogue e mais Dostoiévski, se é que me entende...
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