Vuvuzelas de Satã, digo, de Saddam!

Depois do mundo conhecer e desfrutar das invenções de Samuel Morse (inventor do telégrafo), Graham Bell (telefone), Tomas Edison (lâmpada) e Santos Dumont (14 bis), chegou a vez de conhecer, apreciar e valorizar a invenção de um camarada da África: Saddam Maake, lá de Tembisa, inventou a vuvuzela, meus caros.  Vu-vu-ze-la!!!

Respondam rápido: qual a primeira coisa que você faz quando está no trânsito e quer irritar o motorista da frente? Buzina. É automático: se é para irritar, buzina pra ele. E reparem que coisa interessante, a digníssima vuvuzela foi criada a partir de uma buzina! Provavelmente Saddam pensou que esta seria uma ótima maneira de tirar o adversário do sério e ver o time do coração ganhar na marra. Quer prova disso? Já ouviu falar no Bafana? Pois é, talvez se Saddam não tivesse levado a vuvuzela no dia em que o Bafana jogou no Zaire você soubesse do que se trata… mas é claro, é apenas uma suposição.

No campo da realidade, sabemos bem que países de primeiro mundo lançam para os livros de história grandes nomes da ciência. Mas a África será lembrada como o “país” das vuvuzelas! Seria engraçado se não fosse triste, afinal essa foi a chance que todo um continente “esquecido” teve de se mostrar para o mundo. E o que conhecemos da África além de leões e vuvuzelas?

Se você odiar seu vizinho compre a vuvula, mas não se esqueça do “código de ética” desse produto: “não se pode tocar durante a execução dos hinos nacionais nem nos minutos de silêncio […] E, principalmente, nunca se deve tocar uma vuvuzela no ouvido de outra pessoa”. Humm… mais um código de ética sendo ignorado.

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Sobre Colérica

Nasci nos anos 80 - sim, sou maior de idade, mesmo que não pareça! Estudante de jornalismo (típico caso onde se prefere seguir um sonho a buscar dinheiro). Alheia a novelas, filmes cult, comidas extravagantes e palavras difíceis. Sou fascinada pelo Egito, viciada em batata frita, minha cor favorita é o amarelo e meu cabelo me odeia. Eu tinha uma gatinha, mas ela morreu envenenada. O que mais há para se falar de uma garota?Ah, quase ia esquecendo: sou irônica. O que eu espero do mundo? Menos Vogue e mais Dostoiévski, se é que me entende...
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