Nesta terra em se clicando tudo lê!

A internet é, sem dúvida, minha melhor amiga. Somos confidentes e não vivemos uma sem a outra… será? Bom, não posso afirmar muitas coisas sobre essa danadinha, mas se ela fosse mulher eu seria lésbica.

Os jovens adultos de hoje aprenderam tudo o que sabem com a televisão. Nossos filhos aprenderão com a internet. O papel de educador do lar foi transferido para o computador, colocando a TV no ramo do entretenimento, coisa que antes cabia à bola, à boneca, aos carrinhos…

Claro que ela não deixou de ser uma fonte de diversão, mas não é o seu objetivo principal. A internet está para o computador assim como o livro está para a biblioteca: um não existe mais sem o outro. Os dois, tanto a biblioteca como o computador, são fontes de informação, a diferença está na palavra “ilimitada”.

Há uma discussão a respeito dos benefícios desse meio de comunicação, onde se questiona: “ela deixa as pessoas mais inteligentes ou mais burras?”. Não há resposta exata para isso porque a pergunta tem como objeto de observação o comportamento de humanos – seres complexos, imprevisíveis e em constante mutação. Assim como existem pessoas que usam o brinco na orelha e outros que o usam no nariz, uns utilizam a internet para jogar Blackjack ou fazer amigos no Facebook, e outros a usam para fazer pesquisas, aprender coisas novas, navegar por oceanos de um mundo quadrado, cheios de monstros, mitos, interesses (qualquer semelhança com Cristóvão Colombo, Pero Vaz de Caminha, Pedro Álvares Cabral, Vasco da Gama, é mera coincidência). O Youtube é praticamente a Escola de Sagres.

Falando em coisas novas para se aprender, não sei se já repararam, mas não precisa mais investir uma nota preta em cursos e mais cursos por aí: você pode aprender quase tudo que se queira, senão tudo, pelo seu computador. Outro dia descobri uma página que ensina a fazer sites. Hoje comecei a aprender inglês. Uns meses atrás aprendi a fazer drinks; E antes disso tentei aprender a tocar gaita, fazer mágica, desenhar, dançar etc. A internet me dá um leque de possibilidades, onde eu posso decidir fazer fogo com duas pedras ou brincar de jogar pedrinhas no lago.

Ela pode ser comparada ao universo: infinita até onde se conhece. Só o Google sabe até onde ela vai. Se o mundo se comparasse ao computador, a internet seria Deus e o Google, Jesus. Mas se ela fosse mulher…

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Sobre Colérica

Nasci nos anos 80 - sim, sou maior de idade, mesmo que não pareça! Estudante de jornalismo (típico caso onde se prefere seguir um sonho a buscar dinheiro). Alheia a novelas, filmes cult, comidas extravagantes e palavras difíceis. Sou fascinada pelo Egito, viciada em batata frita, minha cor favorita é o amarelo e meu cabelo me odeia. Eu tinha uma gatinha, mas ela morreu envenenada. O que mais há para se falar de uma garota?Ah, quase ia esquecendo: sou irônica. O que eu espero do mundo? Menos Vogue e mais Dostoiévski, se é que me entende...
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