Esse hipocritamente correto quase conseguiu acabar com a carreira de um humorista e tirar do ar uma propaganda de lingerie. Alguns integrantes do país que vende sexo na cerveja, na TV, no carnaval e no verão se sentem ofendidos com palavras que os remetam ao esteriótipo do país da libertinagem construído e reforçado há anos.
Bom? Claro que não, também acredito que o Brasil tenha (mil) outros atrativos além das belas bundas que desfilam em Copacabana. Mas episódios como estes só tendem a reforçar a máxima: “a corda sempre arrebenta do lado mais fraco”.
A norma implícita é: faça, mas não fale.
Rafinha Bastos peitou a censura, pediu demissão e tem propostas de trabalho em emissores melhores que a Band, apesar de estar com um processo nas costas gerado pela “indefesa mocinha Wanessa”. E a Gisele continuará mostrando os peitos na propaganda da Hope, até segunda ordem… É, senhores moralistas de redes sociais, perderam – mas, essa foi por pouco! Da próxima tentem fazer bullying midiático com, sei lá, os pôneis malditos. Ninguém nunca se ofendeu com o “maldito”? É uma palavra pesada, hein… Fica a dica!
















